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30 h e piso salarial para a enfermagem: Dr. Jean Freire está ao lado da categoria

30 h e piso salarial para a enfermagem: Dr. Jean Freire está ao lado da categoria


“A arte mais bela do mundo é o homem. O artista é Deus. E nós, profissionais da saúde, temos a honra de retocar esta arte todos os dias”. Foi assim que o deputado Dr. Jean Freire resumiu a importância dos(as) enfermeiros(as) (e demais categorias) para a saúde pública. O parlamentar está com a categoria na luta pela implementação de um piso salarial e pela redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais. Projetos de lei que tratam dos temas tramitam na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG). 

Foi justamente a importância das reivindicações e a lenta tramitação dos Projetos de Lei (Pls) 691/15 (30 horas) e 1.032/15 (piso salarial) que foram discutidas em audiência pública da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social na tarde da terça-feira, 17. 

 

Dr. Jean — que já foi atendente de enfermagem no Vale do Jequitinhonha e trabalha com diversas equipes da profissão na realização de cirurgias — está ao lado da categoria, à disposição da mesma, e batalhará para a agilização do andamento das matérias. “Estes(as) trabalhadores(as) são a base do sistema de saúde no Brasil”, enfatizou o deputado. 

O presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Marcos Rúbio, disse que o objetivo da audiência era sensibilizar os deputados para que prosperem na ALMG os projetos que, na opinião dele, estão estagnados. Ele defendeu que a enfermagem mineira ama o que faz, mas está desvalorizada e desmotivada. “Temos péssimas condições de trabalho, baixos salários e excessiva jornada de trabalho. Ainda assim, somos comprometidos em nossa missão”, ressaltou.

A diretora do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais, Neusa de Freitas, destacou que os profissionais da área estão angustiados em ver que as proposições não avançaram após um ano de tramitação. Ela acredita que a categoria tem que exigir o piso regional e o estabelecimento da jornada de 30 horas semanais. “No Sudeste, somente Minas Gerais não oferece esta carga horária. Os profissionais estão desanimados e adoecendo. O caminho é longo e, por isso, precisamos nos manter mobilizados”, salientou.

O presidente da Associação Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, José Antônio da Costa, também se solidarizou com a causa e disse que o setor quer ser visto pela importância de quem representa mais de 60% da força de trabalho no Brasil. “Precisamos ser ouvidos para sermos valorizados pelo Parlamento mineiro. Vamos acompanhar o andamento dos projetos na ALMG”, garantiu.

Assessoria de Comunicação com informações da ALMG 
Fotos: divulgação e Ricardo Barbosa/ALMG

 

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